segunda-feira, 29 de junho de 2009
Ah, não sei. Não dá. Já tentei. Agora junte as mãos em prece santa. Junte os pés em vias retas. Junte nossos abraços meio tortos. Meio desajeitado, por nossas medidas tão estranhas. O meu inglês tão indeciso e o seu francês tão inventado. Foram vendidos no mercado. Assim, tão simples. E o que ficou já me disfarça, quando invento um cigarro. Uma bebida tão ingênua, apenas para não lembrar. Quando trago fico feio. O cigarro me acha belo. Se a verdade eu dissesse.
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