domingo, 18 de outubro de 2009

Café da manhã calado, ela tomava e cantava entre as mechas de cabelo mais delicados de seu chapéu de cores. Viajava... Viajava toda noite para sempre ter que voltar; não seria fugir. Nunca deixando de cantar o café, e na fé deitar. Era correndo que brilhava, e quem olhava não entendia. As coisas que realmente importam não são para entender. E mais uma vez cantava, encantava à todos, o mundo quem sabe louco. Vez por outra tambem ela sumia, tinha de si sua própria companhia, além é claro do seu delicioso chá de sumiço. Sumindo de mim com sumiço ela pensava sumir; de mim sumir. E de compor lá está ela, como sempre estará ao meu ver compor.

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