sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O vendedor de laranja corria do homem azul que tinha os olhos verdes, o doutor curava à todos mas não conseguia curar a si próprio; o palhaço era triste, e ao fim do dia limpava o rosto com as lágrimas, enquanto o circo fechava as portas às 30:00 horas do jantar, como de esperado. E lá dormiam; se deitavam sobre o chão ou o céu de pó sem sol. Sobre o livro dormia um leão, que era pra ladrão nenhum descobrir os seus segredos, que nem mesmo ele sabia. Já o velho sábio acabara de nascer, pensando ser um violão; que de fato era. Como era transparente e de cor à imaginar, e como era também seu próprio melhor amigo. Apenas um desenho; e assim, sabia muito mais do que existir.
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todo mundo desse texto é contraditório. inclusive o texto. me diverti lendo. ahuahauhuaa
ResponderExcluir:D